AE Rio 2011 – 1º Congresso Internacional sobre as Arquiteturas

Postado por: admin | Vídeos | terça-feira 22 março 2011 18:02

Complex, Dynamic Processes

Postado por: admin | Arquitetura Empresarial | segunda-feira 21 março 2011 19:35

Every organization has lots of process problems. My rule of thumb is that most any CMMI Level 2 or 3 organization can eliminate 20% of their activities without changing the quality of their output. This is the case because organizations, typically, continue to do things that were important in the past but are not currently important – or they continue to employ several people to do a task or tasks that can currently be accomplished by fewer people. Simply stated, most organizations can achieve significant process gains without resorting to reengineering their more difficult, complex or dynamic processes.

In the past, we typically advised organizations to focus on what they could easily solve and to defer working on the more problematic, complex problems. But, in the past few years three things have changed.

First, leading organizations have cleaned up lots of the more easily solved processes and are ready to tackle more difficult challenges.

Second, various technologies, principally the Internet and email, have made dynamic processes more prevalent.

Third, outsourcing and the emphasis on customer service have made it more important than ever to empower individual employees who interact with customers to make decisions. That, in turn, requires that we define the jobs of employees who perform complex, dynamic and often knowledge intensive activities.

All of these considerations have led to a new emphasis on complex, dynamic processes – processes that are increasingly termed Case Management Processes. I would be quick to emphasize that, for most companies, these do not present easy opportunities for major process improvement – they are harder to analyze, harder to redesign, and riskier to try to improve. If, however, your organization has already solved its easier problems, or if some specific problem is causing significant problems, then you may want to consider this emerging area of process redesign.

Complex, dynamic problems take many forms. Sometimes they are complex simply because they require that performers make decisions that require lots of knowledge and experience. You can’t ask employees with a high school education to perform tasks that require advanced degrees in engineering. You can’t ask new employees to deal with problems that are only fully understood by employees who have 10 or 15 years of experience. Sometimes, problems are complex because they require many different people to collaborate to find the correct solution. For example, many complex problems require the consensus of a committee of specialists, in multiple locations around the world. This frequently requires lengthy real-time face-to face or on-line discussion of issues relating to information that is changing daily.

BPTrends has published a number of Articles and Columns on case management and the problems of dealing with complex and dynamic processes. (mais…)

Arquitetura corporativa alavanca os negócios

Postado por: admin | Imprensa | segunda-feira 14 março 2011 18:57
Evento no Rio trará especialistas de várias partes do mundo

O norte-americano John Zachman, o criador do Zachman Framework for Enterprise Architecture, e o português José Alves Marques, doutor em engenharia informática pelo Instituto Nacional Politécnico de Genebra e catedrático do Instituto Superior Técnico de Lisboa, são alguns dos principais palestrantes do AE Rio 2011 – 1º Congresso Internacional sobre Arquitetura Empresarial – Processos de negócios, informação, aplicações e infraestrutura, em abril, no Rio.
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O congresso tem sua temática principal focada em processos, métodos, técnicas e ferramentas para gestão e operacionalização da Arquitetura Empresarial ainda pouco explorada no Brasil. A promoção e coordenação é da SE7Ti – Soluções Empresariais com Tecnologia e Inovação, empresa formada por professoras da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).
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“Ter uma visão abrangente dos diversos elementos que suportam os processos de uma organização, através da correlação entre esses elementos, é uma vantagem estratégica que garante velocidade e competitividade para a organização no mercado em que atua”, diz o consultor Fernando Botafogo, um dos gestores do evento.
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O AE Rio 2011 será realizado entre 13 e 15 de abril, no Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Informações pelo site www.congresso-ae.com.br, e-mail congresso@congresso-AE.com.br ou pelo telefone (21) 2586-6202.
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CONTATOS COM A IMPRENSA:
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Processos

Postado por: admin | Gestão Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 19:51

As Camadas da Arquitetura Corporativa

Postado por: admin | Gestão Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 19:51

A Arquitetura Corporativa, ou Arquitetura Empresarial, é dividida em várias camadas, desde a mais alta, relacionada aos negócios da empresa, até a mais baixa, referente à infraestrutura de TI.

Dentre vários modelos de organização, segue uma visão consistente das camadas da Arquitetura Corporativa, hierarquizada desde o nível mais alto (negócios) até o mais básico (infraestrutura):

A camada de Arquitetura de Negócios trata da estratégia de negócio, de políticas, de modelos conceituais, dos processos organizacionais, sua governança e suas relações.

A camada de Arquitetura de Informações trata dos dados, sistemas de informações e suas relações.

A camada Arquitetura Tecnológica, por sua vez, trata dos serviços de software necessários para suportar sistemas e informações, sendo constituída por três grupos:

- O Arquitetura de Desenvolvimento, que envolve os serviços necessários ao desenvolvimento de um sistema;

- O Arquitetura de Execução, que envolve os serviços necessários à execução de um sistema; e

-O Arquitetura de Operação, que envolve os serviços necessários à operação de um sistema.

Gestão Corporativa

Postado por: admin | Gestão Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 19:50

A Arquitetura Corporativa é o ramo da Arquitetura que se ocupa em desenvolver, projetar e executar espaços de trabalho para escritórios, muito difundida na atualidade entre empresas de grande porte, com um grande número de trabalhadores ou serviços realizados, como maneira de formar a identidade da empresa.

É muito empregado em bancos, escritórios de advocacia, call centers. O projeto é desenvolvido mapeando as necessidades do ambiente de trabalho, propondo as melhores soluções em estação de trabalho e mobiliário em geral (arquivos, mesas, poltronas) levando em conta aspectos ergonômicos do espaço interno e aspectos de conforto ambiental como tratamento acústico adequado e iluminação condizente com a atividade.
Em outro contexto, diverso ao comentado no parágrafo anterior, a Arquitetura Corporativa, também denominada Arquitetura empresarial, pode ser entendida como a lógica organizadora de processos de negócio e de recursos de Tecnologia da Informação que reflete os requisitos de integração e de padronização do modelo operacional de uma empresa.
Nesse contexto, o trabalho do arquiteto corporativo pode ser comparado ao do arquiteto urbanista. Um urbanista se preocupa com os aspectos gerais do planejamento de uma cidade, ao passo que arquitetos e engenheiros desenham e projetam as construções, respeitando o projeto urbanístico definido. Da mesma forma, um arquiteto corporativo elabora a arquitetura da organização, ordenando seus elementos gerais (conceitos, processos, sistemas etc.) e verificando posteriormente se os projetos relacionados a cada elemento estão em conformidade com a arquitetura corporativa. (mais…)

Metodologia de gestão

Postado por: admin | Gestão Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 19:45

A arquitetura empresarial pode ser um recurso importante na hora de ajudar uma organização a encontrar melhores maneiras de usar a tecnologia para apoiar seus processos de negócios críticos. Infelizmente, muitas organizações gastam quantias enormes tentando criar arquiteturas empresariais, apenas para obter um valor limitado, ou mesmo negativo, com o esforço. Tanto no setor público quanto no privado, são comuns falhas que custam muitas centenas de milhares de dólares.

Há três razões principais para essas falhas onerosas. A primeira é uma confiança exagerada em metodologias recursivas de arquitetura do tipo OODA (Projeto e Análise Orientados a Objeto). A segunda é a falsa noção de que criar uma arquitetura empresarial significa o desenvolvimento de um esboço detalhado de toda a organização. E a terceira é a incapacidade de dividir estruturas complexas em projetos menores e mais gerenciáveis.

As metodologias OODA, como todas as abordagens recursivas, têm a capacidade limitada de gerenciar a complexidade. A complexidade é o principal desafio enfrentado nas organizações altamente voláteis de hoje.

Este artigo propõe uma abordagem diferente para desenvolver arquiteturas empresariais. A abordagem se baseia no particionamento vertical dos processos de uma organização, priorizando a necessidade de melhorar esses processos e depois fazê-los passar por iteração, com o foco no TTV. Essa abordagem é descrita como iteração particionada. Ao contrário das metodologias recursivas, a iteração particionada ataca a complexidade de cabeça erguida.

Este documento descreve três regras para o sucesso em uma estratégia de iteração particionada. São as seguintes:

  1. Comece apanhando as frutas mais baixas, focando-se em um time-to-value rápido.
  2. Promova economia de pequena escala, focando-se em processos ágeis.
  3. Centralize a interoperabilidade e descentralize a implementação, focando-se na redução da complexidade, por meio do particionamento, e na iteração mais rápida por meio da agilidade.

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História das arquiteturas empresariais

Postado por: admin | Arquitetura Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 19:44

Em geral, credita-se o nascimento da área das arquiteturas empresariais a um artigo publicado no jornal IBM Systems em 1987, “Estrutura para arquitetura dos sistemas de informações”, escrito por J. A. Zachman . Depois, Zachman renomeou sua estrutura de “information systems” para estrutura de “arquitetura empresarial”. Atualmente, essa estrutura é conhecida simplesmente como Estrutura Zachman.

Em 1994, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos lançou a TAFIM (Technical Architecture Framework for Information Management) . Anunciou-se que a TAFIM seria o novo padrão de arquitetura empresarial para todo o trabalho de defesa. A TAFIM passou por várias iterações antes de ser finalmente descontinuada em 2000. (mais…)

Arquitetura empresarial

Postado por: admin | Arquitetura Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 18:43
Quando as arquiteturas empresariais funcionam bem, elas constituem uma vantagem enorme na hora de encontrar formas eficazes de melhor utilizar a tecnologia. Quando não funcionam, podem ser um enorme escoadouro contraproducente nos preciosos recursos organizacionais. Com muita freqüência, é este último caso que é percebido.
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Você não pode se dar ao luxo de ignorar as vantagens em potencial de uma arquitetura empresarial bem construída. Essas vantagens incluem redução dos custos, aumento das receitas, otimização de processos e expansão das oportunidades de negócio. Mas você também não pode ignorar os riscos de se complicar em uma arquitetura empresarial mal projetada. Entre os riscos estão gastos astronômicos, obstrução tecnológica e diminuição da credibilidade executiva.
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Mas não se desespere: você pode desfrutar das vantagens e evitar os problemas. Este documento lhe mostrará como. Vou apresentar algumas dicas importantes e mostrar como tratar da arquitetura empresarial com base em duas disciplinas não-relacionadas: a teoria da probabilidade e a estratégia de guerra.
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Da teoria da probabilidade, aprendemos algumas lições importantes sobre a natureza da complexidade. A impossibilidade de administrar a complexidade é, acredito eu, a principal razão para tantas tentativas de criar uma arquitetura empresarial darem errado. Poucas metodologias existentes para as arquiteturas empresariais tratam da administração da complexidade de qualquer modo significativo. E as arquiteturas das organizações atuais são altamente complexas.
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Assim, como você administra a complexidade? A resposta vem da improvável área da estratégia de guerra. Você verá como uma lição retirada dos pilotos de combate que estavam tentando sobreviver a batalhas aéreas 50 anos atrás contém uma dica importante para desenvolver arquiteturas empresariais complexas hoje em dia.
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Por fim, vou juntar tudo em uma série de diretrizes para desenvolver uma boa arquitetura empresarial que será um ativo organizacional importantíssimo, e não uma dívida cara e constrangedora.

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