Arquitetura empresarial

Postado por: admin | Arquitetura Empresarial | sexta-feira 25 fevereiro 2011 18:43
Quando as arquiteturas empresariais funcionam bem, elas constituem uma vantagem enorme na hora de encontrar formas eficazes de melhor utilizar a tecnologia. Quando não funcionam, podem ser um enorme escoadouro contraproducente nos preciosos recursos organizacionais. Com muita freqüência, é este último caso que é percebido.
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Você não pode se dar ao luxo de ignorar as vantagens em potencial de uma arquitetura empresarial bem construída. Essas vantagens incluem redução dos custos, aumento das receitas, otimização de processos e expansão das oportunidades de negócio. Mas você também não pode ignorar os riscos de se complicar em uma arquitetura empresarial mal projetada. Entre os riscos estão gastos astronômicos, obstrução tecnológica e diminuição da credibilidade executiva.
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Mas não se desespere: você pode desfrutar das vantagens e evitar os problemas. Este documento lhe mostrará como. Vou apresentar algumas dicas importantes e mostrar como tratar da arquitetura empresarial com base em duas disciplinas não-relacionadas: a teoria da probabilidade e a estratégia de guerra.
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Da teoria da probabilidade, aprendemos algumas lições importantes sobre a natureza da complexidade. A impossibilidade de administrar a complexidade é, acredito eu, a principal razão para tantas tentativas de criar uma arquitetura empresarial darem errado. Poucas metodologias existentes para as arquiteturas empresariais tratam da administração da complexidade de qualquer modo significativo. E as arquiteturas das organizações atuais são altamente complexas.
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Assim, como você administra a complexidade? A resposta vem da improvável área da estratégia de guerra. Você verá como uma lição retirada dos pilotos de combate que estavam tentando sobreviver a batalhas aéreas 50 anos atrás contém uma dica importante para desenvolver arquiteturas empresariais complexas hoje em dia.
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Por fim, vou juntar tudo em uma série de diretrizes para desenvolver uma boa arquitetura empresarial que será um ativo organizacional importantíssimo, e não uma dívida cara e constrangedora.

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